A mansão vira alvo quando uma bomba explode na sua porta, depois que gritos de "Tem bomba!" espalham pânico. Equipes confirmam que os explosivos na Rua Paz foram encontrados e desativados, mas o carro não foi desarmado. Lideranças optam por permitir a detonação na entrada da mansão para minimizar o alcance e, sobretudo, ocultar que receberam aviso prévio. Antes disso, uma mulher cai e implora por piedade diante de um general, acusada de fugir do trabalho. A decisão de deixar o carro explodir deixa em aberto quem pagará o preço pelo encobrimento.