Num quarto de hospital, Felipe Cristo jaze moribundo enquanto uma mulher o confronta e assina uma Certidão de Rompimento de Relações. Ela o acusa de favorecer os dois filhos da mulher com quem casou, bancar suas mensalidades e fazê-la abandonar a escola, além de contribuir para a desistência de tratamentos por falta de pagamento. A família de Felipe planeja chamar a filha dele de volta para evitar taxas cirúrgicas e pressiona Ana a pagar. Ana declara “ele não é meu pai” e recusa envolvimento; alguém pede desculpas e implora por uma chance, deixando a reconciliação em aberto.