Durante uma apresentação pública, um homem chama Sr. Ricardo e o acusa de envolver o projeto de IA em fraude ligada ao Grupo Farias. Ricardo não tem provas e a plateia desqualifica a denúncia; outro interlocutor acusa que, desde que Lívia subiu ao palco, alguém direcionou a conversa contra ela e elogiou um projeto falso para enganar investidores. Surge um cético que exige um protótipo, e um responsável promete construí-lo. A gerente Camila Duarte e o Sr. Daniel aparecem; o protótipo solicitado é trazido ao palco, e a plateia fica boquiaberta, a demonstração decidirá o destino imediato do projeto.