No Banquete da Primavera, convidados competem para compor um verso sobre "Primavera". Beatriz traz um jovem monge que surpreende os demais. A competição começa: Sr. Samuel abre e elogia o tema; um participante termina muito rápido e recita um poema que coincide com um verso que Luana havia dado a alguém. Os presentes ficam perplexos e questionam como o monge soube do poema. A tensão escala entre suspeita e constrangimento, deixando o vencedor incerto e forçando Beatriz a explicar por que trouxe o jovem, enquanto a origem do verso permanece em dúvida.