Numa apresentação pública, um menino chamado Juninho continua versos atribuídos ao Sr. Samuel, despertando suspeitas de plágio. A plateia debate se os poemas foram memorizados ou roubados, e uma mulher acusa Samuel de ter tomado versos do seu esposo. A tensão aumenta quando Samuel afirma tê-los composto na hora e a acusadora o confronta com ameaça física contra o garoto. A multidão pressiona por explicações enquanto as desculpas vacilam. A cena termina com alguém perguntando 'Sabe quem é essa criança?', deixando em aberto a identidade que pode definir a culpa.