Durante uma cerimônia oficial, Beatriz é declarada esposa do duque e recebe título e dez mil em ouro. Ana invade o local, exige explicações e acusa Beatriz de roubar seu título e sua vida — ela diz ter ficado viúva enquanto Beatriz se casou com Felipe. Testemunhas relatam que, na hora da liteira, Ana insistiu em trocar de noiva, alegando que Felipe não se importava. Ana revela ter voltado ao dia do próprio casamento e esperava casar com Samuel; agora teme ser desposada pelo tio dele. O episódio termina com Ana pressionada a aceitar ou confrontar essa mudança.
A família Oliveira chega para a cerimônia quando Beatriz, anunciada como 'a Sra. Beatriz da família Oliveira', entra como noiva substituta. Convidados murmuram sobre pobreza e insultam Beatriz; mencionam Samuel e o futuro de Felipe. O casamento é celebrado com reverências e votos — Felipe promete não largar a mão dela. Mais tarde, Beatriz afirma que a troca de última hora foi um erro e pede separação; Felipe responde que não concorda. Na noite de núpcias, Beatriz tenta apagar a vela de união contra a tradição. A cena termina com alguém exclamando: 'Como é você?!', deixando a reação dos presentes pendente.
Durante a cerimônia, Samuel fica chocado ao descobrir que a noiva que esperava foi substituída por outra mulher que admite ter implorado à irmã para trocar de lugar. Ela declara admiração por Samuel e promete apoiá‑lo, apesar de ele se considerar um herdeiro decadente e de a família preferir Ana, da família Oliveira, pelo dote. O pai dela, vice-ministro de Ritos, já prepara o Banquete da Primavera, evento que, segundo a mulher, no passado elevou Samuel ao olhar do imperador. Com o banquete iminente, a união improvisada pode definir a ascensão de Samuel.
De manhã ela acorda; o Banquete da Primavera e o retorno do nono príncipe se aproximam. Roberta lembra que, na vida passada, Samuel ganhou favor no banquete e depois vendeu ópio, prejudicando muita gente; agora quer impedir que ele faça o mesmo. Ela pede ajuda a um ajudante e, para isso, entrega a chave do armazém e os livros de contas, transferindo a gestão da residência. Anúncios incentivam apostas sobre o campeão do banquete. O ajudante parte para um cassino levantar fundos, deixando a casa sob cuidados — resta saber se a aposta conseguirá barrar Samuel.
Ana sofre boatos numa reunião quando criadas comentam que seu marido, o primeiro‑ministro Felipe passou a noite carinhoso com a Sra. Beatriz. Humilhada, ela bebe demais; ao retornar, Felipe tenta acalmá‑la, mas os criados a expulsam. Ana explode em acusações: lembra que, em vida passada, casou‑se com Felipe e morreu sem consumação, e que Samuel amava outra mulher e nunca consumou o casamento com ela. Uma criada a ridiculariza por sua origem, enquanto outros defendem Felipe, dizendo que sua ascensão se deve ao sacrifício dela. A confusão deixa a honra familiar em jogo e exige uma resposta imediata de Felipe.
No Banquete da Primavera, Ana entrega três mil taéis para apostar na vitória do marido, enquanto Beatriz arrisca trezentos taéis no rival do Sr. Samuel, dizendo que a aposta renderá trinta mil. Ana exige que Beatriz iguale a aposta; a discussão vira insultos sobre parentesco, 'tia por casamento' contra acusações de filho bastardo e herdeiro legítimo, e alguém adverte que, se isso se espalhar, vai pegar mal. A virada ocorre quando um homem eleva a aposta para trinta mil taéis pela derrota de Samuel, deixando as consequências imediatas em aberto.
Durante uma aposta, um homem oferece trinta mil taéis apostando sua esposa contra a derrota de Samuel, desencadeando choque entre familiares. O tio chega, insulta chamando alguém de 'filho bastardo' e exige respeito; Sra. Ana recusa-se a pedir desculpas e o marido ameaça divórcio. Outro parente ridiculariza a pequena aposta, revelando que apostou dez vezes mais, e uma mulher contrapõe ao apostar também trinta mil na vitória do próprio esposo. A tensão escala entre honra, dinheiro e ameaça de separação; o veredito da aposta e o destino do casamento ficam pendentes.
No banquete da Primavera, duas irmãs apostam a reputação: Beatriz aposta contra Samuel, a outra investe trinta mil taéis — seu dote e a casa ancestral da família Pereira — acreditando na vitória do marido. A aposta vira assunto entre os presentes; o pai é pressionado a exigir que a perdedora se ajoelhe e peça desculpas em público. A filha que desafiou reluta, questiona se Samuel aceitaria tal humilhação e teme que o escândalo alcance Sua Majestade. O episódio termina com a família dividida entre proteger seu nome e aguardar o resultado que decidirá o destino imediato da honra e dos bens.
No Banquete da Primavera, convidados competem para compor um verso sobre "Primavera". Beatriz traz um jovem monge que surpreende os demais. A competição começa: Sr. Samuel abre e elogia o tema; um participante termina muito rápido e recita um poema que coincide com um verso que Luana havia dado a alguém. Os presentes ficam perplexos e questionam como o monge soube do poema. A tensão escala entre suspeita e constrangimento, deixando o vencedor incerto e forçando Beatriz a explicar por que trouxe o jovem, enquanto a origem do verso permanece em dúvida.
Numa apresentação pública, um menino chamado Juninho continua versos atribuídos ao Sr. Samuel, despertando suspeitas de plágio. A plateia debate se os poemas foram memorizados ou roubados, e uma mulher acusa Samuel de ter tomado versos do seu esposo. A tensão aumenta quando Samuel afirma tê-los composto na hora e a acusadora o confronta com ameaça física contra o garoto. A multidão pressiona por explicações enquanto as desculpas vacilam. A cena termina com alguém perguntando 'Sabe quem é essa criança?', deixando em aberto a identidade que pode definir a culpa.