Gustavo, recém-liberto, levanta a mão contra o próprio pai na reunião da família Costa, provocando choque e ameaça de expulsão. Enquanto parentes exigem desculpas, Gustavo conta que foi sequestrado aos oito anos, abandonado, criado em orfanato e depois forçado a assumir um crime que o prendeu por dez anos. O irmão Carlos pede perdão e admite culpa, suplicando para sofrer no lugar dele; uma mulher lembra um noivado quebrado. Gustavo exige reparação das humilhações e desafia a família; o episódio termina com gritos e a violência prestes a explodir, deixando a decisão em aberto.