Num quarto de hospital, Felipe Cristo jaze moribundo enquanto uma mulher o confronta e assina uma Certidão de Rompimento de Relações. Ela o acusa de favorecer os dois filhos da mulher com quem casou, bancar suas mensalidades e fazê-la abandonar a escola, além de contribuir para a desistência de tratamentos por falta de pagamento. A família de Felipe planeja chamar a filha dele de volta para evitar taxas cirúrgicas e pressiona Ana a pagar. Ana declara “ele não é meu pai” e recusa envolvimento; alguém pede desculpas e implora por uma chance, deixando a reconciliação em aberto.
Em 1994, Felipe renasce e encontra Ana numa cena tensa: ela o chama de pai, mas também o acusa e pede que não a bata. Alguém afirma que "você não é uma pessoa", e que Ana não o reconheceu como pai numa vida passada. Felipe se desculpa repetidamente, jura viver só por ela e promete fazê‑la feliz. Para ganhar confiança imediata, oferece e sai para buscar as coxas de frango favoritas dela. O episódio termina com Felipe decidido a provar sua mudança, enquanto a aceitação de Ana permanece em aberto.
Felipe surge no mercado comprando uma galinha grande para saciar uma criança faminta; o produto é pesado em 1,5 kg e cobrado três dólares. No retorno, vizinhos comentam: alguns elogiam-no por cuidar das crianças no quintal, outros o chamam de 'estúpido' por não ter criado a própria filha e, ainda assim, criar os dois filhos da viúva. Felipe manda cozinhar a galinha para que os menores comam; Sana é avisada de que os filhos terão algo gostoso e Ana 'com certeza vai gostar'. Fica em aberto se o gesto mudará a opinião da aldeia.
Na casa da família Silva, um almoço vira pressão: Lucas e Luiz exigem coxas de frango enquanto a avó prepara. Tia Lia confronta Sana sobre casar com Felipe; Sana evita responder, afirma que precisa saber o que a sogra pensa e que ainda é membro da família Silva. Pedro convida Sana para um filme, e a mãe decide levar as crianças a comer frango para liberá‑la. Parentes cochicham, culpando Felipe por estar com uma viúva com três pessoas. O episódio termina com alguém chamando Ana, deixando em aberto como Sana reagirá aos palpites e ao convite.
Neste episódio, um pai admite a filha Ana que "não sou mais o pai de antes" e pede outra chance para amá‑la, desencadeando o conflito central. Eles fazem uma promessa solene de mantê‑la por cem anos. A escalada vem pela tentativa do pai de reconquistar a confiança: ele pede desculpas, oferece frango, orienta Ana a lavar as mãos e mostra calma em vez de raiva. Ana responde agradecendo e chama aquele de "o aniversário mais feliz que já tive". O episódio termina com a reconciliação em progresso, deixando em aberto se a promessa e o gesto vão mudar a relação.
Na manhã do aniversário de Ana, seu pai Felipe promete comprar bolo e frango, pede que ela espere e jura que, nesta vida, será bom com ela. Antes de sair, alguém o acusa: "Você merece morrer." Ana recusa comer sem o pai. Quando a família percebe que Felipe ainda não trouxe o frango, a preocupação cresce; parentes, incluindo Lucas, Luiz e a avó, reagem. Dois meninos vão comer com a avó, e um familiar decide ir verificar o sumiço de Felipe. O episódio termina com a família partindo para checar seu paradeiro, deixando seu destino em aberto.
Uma criança se recusa a comer e diz que vai esperar o pai. Em casa, a avó Silva e outras pessoas encontram um frango assado; a avó tenta levá‑lo porque os netos estão com fome. A criança afirma: 'este é o frango assado que meu pai fez para mim', mas é desacreditada e humilhada, ouvindo que, aos olhos do pai, é pior que um animal. A discussão escala para uma ameaça direta: se o pai soubesse, ele a espancaria. O episódio termina com a criança pressionada a escolher entre esconder o frango ou enfrentar o perigo do castigo.
No almoço, Ana é impedida de pegar frango assado pela avó e seus netos, que a humilham e a mandam 'vá embora'. A criança insiste em comer; outra pede à avó que a ignore. Os acusadores reclamam que Ana 'não tem pais' e afirmam que a coxinha é 'nossa, não sua'. Ana contradiz, dizendo que aquele frango foi cozinhado por seu pai e tenta proteger as asas. A mulher a insulta: 'sua bastarda'. O conflito escala; permanece em aberto se Ana conseguirá ficar e comer ou será expulsa.
Felipe chega com um bolo e anuncia que comprou para Ana, sua filha, no aniversário dela; a família reage incrédula. Tio Zé diz que não vai mais aconselhá‑lo; Felipe admite o erro e promete não ser estúpido de novo. Na mesma reunião, surge um conflito: alguém rouba o frango que o pai da menina preparou e agride Ana. Lula intervém, acusa a mulher e exige explicação. O episódio termina com a acusação pública, deixando a família pressionada a decidir como reagir à agressão.
Um frango preparado aparece e desencadeia uma briga: Lula repreende Ana por falar 'tão desagradável' e outros duvidam que o pai dela tenha cozinhado a refeição. Uma voz afirma que, em todos esses anos, o pai nunca fez uma refeição saborosa, apenas entrega comida; Ana insiste que 'este é o frango que pai cozinhou para mim'. A discussão escala entre acusações e pedidos de prova. No fim, exigem que o pai venha ao local para esclarecer a origem do prato, e a chegada dele promete confirmar quem fala a verdade.