Em uma casa pobre, as crianças temem que a mãe as descarte ou venda desde que o pai se foi; a cena começa com fome e suspeita. A mulher usa a farinha reservada e cozinha ovos, provocando medo e promessa de abandono; João tenta acalmar os irmãos, dizendo que cuidará deles. A mãe alterna severidade — ameaçando quebrar as pernas se roubarem — e cuidado, servindo os ovos e fazendo cafuné. Um narrador sistêmico parabeniza 'a hospedeira' e concede pontos de gratidão trocáveis. O alívio dos filhos se instala, mas a recompensa do sistema deixa em aberto qual será o custo.