Na aldeia, José é dado como morto após ser encontrado bêbado e atingido por um raio; os vizinhos o acusam de ter roubado o grão para trocar por adornos e bebida, e Tiago jura acertar contas com Camila por tê‑lo deixado fora no frio. Enquanto a comunidade se divide e organiza o funeral, José recupera a consciência, confuso, dizendo que atravessou mundos e citando um templo. O retorno inesperado transforma suspeita em choque: a aldeia agora precisa decidir se aceita sua explicação e como lidar com as acusações e a vingança iminente.
Em uma família empobrecida, a escassez cristaliza o conflito: José, influenciado por Camila e Carlos, troca o último grão por adorno e bebida, apesar dos protestos do pai e da família. Cercado, ele ameaça suicídio, sai bêbado e é abandonado pelos dois; mais tarde é atingido por um raio e morre. A família fica sem comida. Em paralelo, alguém reflete sobre um casco que parece prever o destino: um conselheiro cita karma e diz que ser bom à família pode salvar o 'corpo original'. O episódio fecha com a dúvida: o casco realmente antevê a sorte e evita o azar?
O protagonista consulta prognósticos sobre o Morro Negro — coelho morto, cervos no topo e o velho rei lobo ao norte — e precisa conseguir comida e dinheiro. Ele, que cresceu em orfanato e promete cuidar de quem depende dele, avalia opções: tentar um coelho seguro, arriscar caçar um cervo para rendimento maior ou enfrentar o rei lobo pelo couro valioso. Apesar da inexperiência na caça, decide sair antes do meio-dia para aproveitar a sorte. O episódio termina com sua partida rumo ao Morro Negro, sem saber se voltará com caça ou ferido.
José avisa ao pai que vai ao Morro Negro para caçar ou pegar lenha; o pai, apreensivo, pede que não saia e lhe dá o casaco de pele, pedindo que volte antes de escurecer. No povoado, crianças comentam se ele trará carne ou se venderá o casaco, duvidando que divida a caça. A reviravolta acontece quando alguém afirma que José não foi para o morro, mas para a cidade. O episódio termina com uma pessoa decidida a ir atrás dele rumo à cidade, deixando o desfecho imediato em aberto.
José Sanches caça no Morro Negro e marca a toca de coelho indicada pelo oráculo; ele também corta lenha para sustentar a família. Ao voltar, encontra Carlos Cabral, um antigo conhecido ligado ao roubo dos grãos, que tenta convencê‑lo a penhorar o casaco de pele para beber. José recusa. Ele abate um coelho grande para a esposa doente, mas Carlos exige a presa e o ameaça: "Devolve o coelho. Ou eu te mato!" O episódio termina com José forçado a decidir imediatamente entre entregar o alimento ou enfrentar violência.
José surge com um coelho que outro homem exige de volta; quando confrontado, ele reage com ameaça de faca. O amigo o acusa de vender ração para beber, exige metade da ração de inverno e recusa o pedido de ajuda de José, que admite falta de dinheiro. José, citando o oráculo, decide não levar o animal à aldeia e o esconde numa sacola de pano por causa da fome. Em seguida, moradores avisam que Márcia e Camila foram à casa de José para cancelar o noivado; se não agir, seus presentes e o noivado correm risco imediato.
Na pequena aldeia, familiares e vizinhas decidem cancelar o noivado de José com Camila ao constatarem que José mudou de conduta e saiu para "caçar" — possivelmente para roubar por bebida. O pai de Camila exige agora um dote muito maior: trinta taéis de prata, ameaçando manter o jovem solteiro se não trouxer. José promete voltar na primavera com o dote, enquanto a mãe questiona injustiças e a família discute separar-se. A reviravolta ocorre quando alguém propõe: se José voltar com caça, o dote será dispensado e Camila casará com ele. Resta saber se ele conseguirá cumprir a prova.
Na casa dos Sanches, a família discute o casamento de Camila com José: os pais exigem 30 taéis de dote e metade das terras. José volta da caça e promete pagar os 30 taéis na primavera, mas o pai recusa ceder as terras. Brigas sobre fome e responsabilidade levam a uma aposta que decidirá o casamento. José aceita, é ridicularizado por trazer um saco pequeno e insiste: "Eu peguei caça de verdade. Olhem bem antes de falar." Ao mostrarem o saco, todos perguntam "O que é isso?", e o veredicto da aposta e o destino das terras ficam em aberto.
José Sanches, poderoso chefe do submundo, busca redenção num templo para aliviar o peso das mortes que carregou. Um raio o atinge e o lança a um vilarejo remoto, numa era antiga de fome e caos, onde assume o corpo de um vagabundo fulminado após roubar grãos. Ao despertar, descobre que o casco de tartaruga da adivinhação, presente de um velho monge, lhe permite prever diariamente sorte e azar: onde haverá caça, quando surgirá perigo e quem pode ajudá-lo a reescrever o destino. Entre salvar mulheres caídas, ganhar prata e treinar para caçar o temido Rei dos Lobos, José transforma sua reputação, passo a passo, do carrasco às mãos que sustentam a família, num conflito entre culpa, poder e redenção.
José Sanches, poderoso chefe do submundo, busca redenção num templo para aliviar o peso das mortes que carregou. Um raio o atinge e o lança a um vilarejo remoto, numa era antiga de fome e caos, onde assume o corpo de um vagabundo fulminado após roubar grãos. Ao despertar, descobre que o casco de tartaruga da adivinhação, presente de um velho monge, lhe permite prever diariamente sorte e azar: onde haverá caça, quando surgirá perigo e quem pode ajudá-lo a reescrever o destino. Entre salvar mulheres caídas, ganhar prata e treinar para caçar o temido Rei dos Lobos, José transforma sua reputação, passo a passo, do carrasco às mãos que sustentam a família, num conflito entre culpa, poder e redenção.