Elisa é surpreendida por vozes que a informam ser a décima reencarnação da Juíza; dizem que seu poder será reinjetado e que ela despertará totalmente em três dias, devendo recuperar três artefatos para retomar o posto. Enquanto seguidores celebram com um Banquete do Retorno e o Livro da Vida e da Morte reage, inimigos ordenam um ataque imediato. O Comandante Vitor aparece para buscá-la, e Elisa o confronta: lembra que ele a colocou na Prisão Militar. O episódio termina com Elisa frente à iminente retomada do poder e a escolha de como enfrentar os agressores.
Quando a Taça de Fênix é encontrada quebrada, Elisa é acusada e confrontada por quem a salvou, que diz tê-la impedido de ser executada. Vitor questiona se a proteção foi por Elisa ou por Camila, a única filha da família Almeida. Pressionada, Elisa diz ser uma criança de rua e nega pertencer à família que lhe deu abrigo. Os Almeida preparam um banquete e exigem que ela se comporte; ao ser forçada a voltar com eles, Elisa resiste. O episódio termina com sua partida compulsória, deixando em aberto sua reação imediata.
A família Almeida se prepara para o Banquete do Retorno: em três dias a Juíza reaparecerá e os três artefatos serão exibidos, uma chance de ascensão social. Elisa, recém-saída da prisão, chega malvestida e é humilhada por parentes que elogiam a bem-comportada Camila. Pedem que ela troque de roupa; a discussão escala para empurrões e acusações. Durante o confronto, uma irmã a acusa de insolência e Elisa explode: "Eu queria te ver morta!" A confissão rompe a fachada familiar e ameaça a apresentação ao juízo iminente.
Na casa da família, a Taça de Fênix, objeto valioso ligado à filha do Grande General, aparece quebrada e o irmão e outros imediatamente acusam Elisa. Ela nega veementemente, lembra que Camila implorou aos pais para que a deixassem voltar e afirma que não foi responsável. O irmão, temendo punição do Grande General e pressionado pela família, insiste e ordena: "Levem Elisa!" Guardas a prendem enquanto Elisa aponta Camila como a verdadeira culpada. Presa e desacreditada, Elisa lança a acusação; resta ao irmão decidir se investigará a verdade ou cederá ao medo.
Elisa retorna à casa da família Almeida três anos após a prisão, com a mão quebrada, e a recepção vira confronto. O Comandante, seu irmão Vitor, e parentes, incluindo Camila, acusam-na de fingir a lesão para ganhar pena e lembram que Camila intercedeu para que ela sentasse à mesa. Elisa diz que a mão foi quebrada pela filha perfeita deles e acusa a família: "A Elisa que você conhecia já morreu." Ela se recusa a pedir desculpas, desafia o pai e interrompe a celebração, deixando a refeição em suspenso.
Na casa da família Almeida, Elisa reaparece após anos na prisão e é humilhada: pai e irmão a acusam pelo que aconteceu há três anos. O irmão defende Camila e promete obrigar Elisa a se desculpar. Rita, que limpa seu quarto, diz que não foi culpa dela e sugere que vá embora. Elisa afirma que 'o poder da Juíza' começou a curar seus ferimentos, a mão voltou a sentir e ela promete renascer amanhã. A família ordena que a irmã tire a roupa da mãe; fica em aberto se Elisa ficará ou partirá.
Durante uma briga doméstica, Elisa é acusada de não respeitar Camila após usar uma roupa que pertenceu à mãe de Elisa. O irmão repreende Elisa, exige desculpas e a faz tirar a roupa; em seguida impõe a ideia de entregar o bracelete valioso da mãe como oferta no Banquete de Retorno à Juíza do Submundo para preservar o prestígio da família, prometendo comprar outro depois. A família acata a proposta. A tensão culmina quando o irmão ameaça que, quanto mais algo for importante para Elisa, mais prazer terá em destruí-lo, deixando-a diante da perda iminente.
Elisa pega um presente destinado à juíza, e a cena muda quando a mãe, emocionada, lhe entrega um bracelete de jade como herança porque não poderá ver o casamento da filha. Camila grita que Elisa tentou matá‑la; o irmão e a mãe a acusam de provocar um escândalo. A família a repreende e parte para agressões, lembrando que o Banquete de Retorno é amanhã. A disputa pelo bracelete explode em confronto — "Quem ousar tocá‑lo, será meu inimigo!" — seguido de um sarcástico "Então toma sua herança!". Elisa fica humilhada e ameaçada, prestes a enfrentar as consequências no banquete.
Em um encontro tenso, a família Almeida acusa Elisa de ingratidão por não entregar o bracelete à juíza e a humilha: a mãe e uma irmã mandam que ela se ajoelhe e implore perdão a Camila. Dominada pela culpa e pelo desespero — lamentando ter perdido até o último presente — Elisa chega a pegar uma arma; parentes suplicam que ela não se atire. A situação amansa quando um irmão aparece com um gatinho e um doce, oferecendo cuidado. No fim, Elisa declara que rompe definitivamente com a família Almeida, deixando o futuro incerto.
Ao abrir o episódio, uma mulher encerra seus laços com a família Almeida e decide partir. Em paralelo, a família se prepara para o Banquete de Retorno: Camila é embelezada e elogiada, enquanto outra mulher é acusada de quebrar o presente da Juíza e chamada de criminosa. Autoridades ordenam aos guardas que vigiem Srta. Elisa e não a deixem sair, e Vitor é advertido sobre uma decisão grave. Depois, a narradora declara: "A Elisa está morta. Agora, sou a Juíza do Submundo." O episódio termina com alguém exclamando 'O que é aquilo?', interrompendo a vigilância sobre Elisa.