Uma mulher chamada Joana implora à sogra para não levar sua filha Tatiana, mas é chamada de 'oferecida' e considerada indigna de ser mãe. A sogra, apoiada pelo genro Pedro, anuncia que criará a criança. Enquanto Joana assiste impotente à filha ser levada aos gritos, Pedro justifica sua decisão ao pedir o divórcio, alegando que seu novo cargo como alto oficial exige uma esposa sem mácula e que a Princesa Helena não aceitaria ser concubina. No final, Joana questiona ironicamente como Pedro alcançou essa posição e por que ela própria ficou 'malfalada', sugerindo uma traição por trás de sua ruína familiar.