Um homem, identificado como Imperador, faz a Sra. Joana observar atentamente um retrato de sua antiga paixão, Sabrina Alves. Ele revela que Pedro, percebendo a semelhança física dela com a pintura, armou um encontro falso para que o Imperador a visse. Impressionado pela semelhança exata, o Imperador comenta que ela é uma cópia viva da obra. Joana, porém, examina a pintura e, internamente, a critica pela má execução e cores horríveis, questionando por que o Imperador contrataria um pintor tão ruim para retratar a mulher que ama. A cena termina com um súbito 'Majestade', indicando uma interrupção que deixa em aberto a reação do Imperador à presença de Joana e ao seu olhar crítico.