Aurélia Leal é confrontada por parentes do paciente Sr. Leandro, que a acusam de negligência: o coração do irmão deles foi esquecido no aeroporto e ele morreu. Cecília, antes melhor amiga, surge como acusadora; um homem ameaça matar Aurélia em vingança. Aurélia nega, mas sofre humilhação e é pressionada a assinar documentos enquanto a equipe confirma o embarque. Ao subir no voo 3101, ela diz ter renascido e jura vingar-se do marido e de Cecília. O episódio fecha com o avião prestes a decolar e a promessa de revanche sem desfecho.
A bordo, Aurélia interrompe a decolagem ao descobrir que o passageiro do assento 2A não está presente. Ela acusa Cecília de negligência depois de ela garantir que todos haviam embarcado. A tripulação hesita em reabrir a porta por regras que podem suspender a equipe, enquanto Aurélia revela que o ausente é um médico levando um coração doador para um transplante urgente em Marenciel. Apesar do apelo, Davi decide decolar. O episódio termina com o voo partindo e o transplante em risco, deixando Aurélia diante das consequências imediatas dessa partida.
Aurélia interrompe a decolagem ao descobrir que um passageiro transportando um coração doador ficou no terminal de conexão. Ela forçou a entrada na cabine usando a senha reserva para avisar a torre, enquanto colegas acusam Davi e Cecília e avisam que a invasão é irregular; a empresa pode responsabilizar o comandante. A equipe informa que o próximo voo sai só daqui a três horas, tempo insuficiente para a cirurgia. Aurélia solicita à torre a interrupção imediata do taxiamento. Resta saber se a torre atenderá o pedido e se o coração chegará a tempo para a cirurgia.
Aurélia interrompe o taxiamento de um voo ao ordenar que o avião pare para permitir o embarque de um médico com paciente urgente. A tripulação reage furiosa, acusa violação de regras e exige sua retirada; o comandante retorna ao pátio após autorização da torre (Marenciel 3101). Aurélia assume responsabilidade, alegando ter salvado a vida do paciente, enquanto colegas temem suspensão e aguardam a apuração do Sr. Caio após o pouso. Em off surge a frase 'eu e o Davi armamos tudo contra ela', sugerindo que alguém teme ter sido descoberto. O episódio termina com a investigação para definir as consequências.
Durante o transporte de um coração para transplante, o Dr. Daniel fica retido no aeroporto após uma comissária da Marenciel Airlines deixar passar um nome na lista, atrasando a entrega do órgão. A equipe se divide: Aurélia, chefe, admite ter deixado um nome; Cecília é acusada de não contar os passageiros. Dr. Daniel alerta que meia hora perdida reduz a janela de viabilidade (são só seis horas). O caso chega a Érico Navarro, cujo irmão é o receptor; Érico exige investigação, enquanto a cirurgia segue pendente conforme a condição do coração.
Aurélia interrompeu um voo ao abrir a porta da cabine para salvar o Dr. Daniel e transportar um coração para cirurgia, mas a atitude provocou caos operacional e colocou em risco o transplante. A tripulação pede desculpas ao médico; ele informa que relatará tudo ao Sr. Érico. Ao pousar, o executivo Caio confronta Aurélia, recusa favorecê-la apesar de ela ser casada com o comandante Davi e a responsabiliza pelos prejuízos milionários. Aurélia defende que salvou uma vida e acusa Cecília por esquecer o coração; agora sua permanência na equipe está ameaçada — "Em que exatamente eu errei?
Após um incidente em que o irmão do Sr. Érico quase morreu porque uma comissária deixou alguém e um órgão no terminal, a equipe discute responsabilidades. Cecília, estagiária, diz que não tinha autoridade para fechar a porta; colegas atacam Aurélia, chefe de cabine. A tensão cresce, chega a ameaças contra Davi. Virada: Érico Navarro liga e vai ao aeroporto. Ele acusa Cecília de tê‑lo deixado para trás junto ao coração, mas diz que Aurélia o embarcou a tempo. A equipe corre ao aeroporto para enfrentar a cobrança de Érico — quem assumirá a culpa?
No aeroporto, a chegada do Sr. Érico Navarro, que quer ver a comissária‑chefe Aurélia, dispara a crise. A equipe afirma que Cecília mentiu na contagem, fazendo um médico ficar retido na escala. Caio culpa Aurélia, declara sua demissão, ordena comunicado público e manda seguranças retirá‑la. Ele insinua que a diretoria ficará ao lado de Érico, deixando Aurélia isolada. Aurélia resiste e menciona uma memória de vida passada, crendo que o tempo da cirurgia será suficiente. Agora, com seguranças aguardando, seu destino profissional fica nas mãos da decisão final do Sr. Érico.
A chegada da Sra. Fiona ao aeroporto desencadeia o episódio: ela acusa uma comissária de ter aberto a porta do avião e atrasado um voo, o que, segundo ela, prejudicou o transplante de coração do seu filho Leandro. Aurélia Leal, chefe de cabine, é apontada como responsável enquanto Cecília tenta rebater. Érico, irmão de Leandro, chega à sala de controle com provas e exige a exibição das imagens do voo para esclarecer o ocorrido. O confronto escala quando Sra. Fiona ameaça Aurélia, deixando em aberto se as imagens confirmarão a culpa e quais serão as consequências.
Uma mãe furiosa ameaça Sra. Fiona, dizendo que, se algo acontecer com seu filho Leandro, Fiona "vai pagar com a sua vida". No local, a tripulação discute a contagem de passageiros: Aurélia Leal, chefe de cabine, é acusada de erro por ter informado que todos estavam a bordo e ter autorizado a decolagem; o capitão confirma. Érico sai para buscar as imagens de segurança que podem esclarecer o caso. Fiona mantém que é inocente. O episódio fecha quando chega a ligação: "Leandro, o coração dele parou", deixando a verdade e a sorte de Fiona pendentes.