A Legista Chefe Liz pede transferência para a administração e enfrenta surpresa: a novata Dra. Maira, amiga de infância do namorado, a acusa de ser lenta enquanto se proclama 'voz dos mortos'. Liz afirma que as vítimas lhe contam os fatos; uma delas descreveu ter sido torturada por familiares extremistas. Maira repete o relatório de autópsia rapidamente e ganha a confiança dos parentes, deixando Liz em desvantagem. Ao perceber que renasceu justamente no dia em que Maira se declarou médium, Liz decide disputar quem entrega primeiro o laudo ao diretor. O episódio termina com Liz correndo contra o tempo.
Liz chega atrasada ao instituto; a Dra. Maira já apresentou o relatório da autópsia e a equipe a repreende. Acusada de lenta, Liz ouve colegas dizerem que Maira “se comunica com os mortos” e suspeita de vazamento. Ela decide fazer a autópsia sozinha e proíbe a entrada. Maira descreve os achados: facada no coração, lâmina de baixo para cima e suspeita de mulher de 1,58–1,60 m. Colegas riem, lembrando que Maira disse isso primeiro. O episódio termina com Liz incrédula, forçada a escolher entre confrontar o vazamento ou salvar sua autoridade.
Em um necrotério, Dra. Liz enfrenta o problema de que seu relatório de autópsia aparece idêntico ao divulgado por Maira, que só vistoriou o corpo antes do exame. Para provar sua competência, Liz anuncia que fará a autópsia publicamente e conclui que a vítima, homem de 32 anos, teve fraturas no crânio, mas morreu por envenenamento: pupilas contraídas, mucosas vermelhas, hematomas nos lábios e foi forçado a ingerir uma grande quantidade de hidreto, morrendo intoxicado. Mesmo assim, colegas criticam Liz e entregam o caso a Maira. O episódio termina com a equipe perguntando: Como pode ter acontecido isso?
No necrotério, a Legista Chefe Dra. Liz é surpreendida por tumulto após uma autópsia. Maira, conhecida como a voz dos mortos, tenta se desculpar por um acidente menor, mas colegas a ridicularizam. Lá fora, parentes trazem repolho podre e acusam Liz de ter deixado o corpo do filho desfigurado, exigindo explicações. Colegas defendem Liz, citando sua experiência, enquanto a família a chama de cruel. Liz explica que insistiu na autópsia para encontrar pistas o mais rápido possível. O episódio termina com Liz forçada a enfrentar a multidão e a justificar seu procedimento, com sua reputação em jogo.
Na delegacia, familiares furiosos acusam a legista Dra. Liz após uma autópsia; a tia da vítima confronta e ameaça violência, enquanto Maira, legista, se culpa por não ter conseguido chamar a atenção do diretor. Colegas tentam contê-la e lembram que a autópsia faz parte do processo judicial. O diretor, valorizando a reputação de Maira como voz dos mortos, a convida para dar uma palestra na universidade da capital, oferecendo prestígio ao departamento. Maira hesita, recebe apoio, mas o episódio termina com uma ameaça à sua credibilidade: "Maira, eu vou desmascarar essa farsa de você ser voz dos mortos."
Maira está fora, fazendo palestra na universidade, e a equipe convoca Liz para cuidar de um caso urgente. A mãe da vítima exige a presença de 'quem fala com os mortos', mas o diretor insiste: a autópsia precisa ser feita imediatamente. Liz promete proceder com cuidado e realiza o exame; o laudo aponta corte no pescoço com bordas irregulares, ângulos distintos e pontes de tecido, além de várias lesões faciais de profundidades diferentes, sugerindo ataque por alguém conhecido. O episódio termina com Liz com pistas, mas precisando agir rápido e enfrentando a resistência da família.
A cena abre com a família da vítima confrontando as legistas após a autópsia: a tia acusa Dra. Liz de devolver o corpo dilacerado e de atuar sem esperar a família. Uma voz defende Liz, lembrando que ela é a legista-chefe, enquanto Maira afirma usar métodos diferentes, dizendo que ouve os mortos e jura falar por eles. A acusação escala em ameaças e insultos até que alguém pergunta qual resíduo foi encontrado no estômago e confessa tê-lo omitido do laudo para ver como Maira reagiria. Maira é pressionada a responder, e todos aguardam sua explicação.
Durante uma autópsia, Maira afirma identificar restos no estômago com a 'voz dos mortos' e Lucas — noivo de Liz — favorece Maira. O diretor anuncia que havia cianeto em quantidade suficiente para matar, informação que coincide com o relatório de Liz, até em detalhes que ela não escreveu. Colegas ridicularizam Liz, acusam-na de manchar a delegacia e pedem sua saída como Legista Chefe. Pressionada, Liz pede transferência para administrativa e não será mais legista. Ela provoca: "depois que eu parar de ser legista, como a Maira... vai se comunicar com os mortos?", deixando o caso em aberto.
A principal médica legista Liz Santos vive à margem. Desprezada pela equipe e pela sociedade, ela trabalha sob o brilho de Maira Lumes, conhecida como 'a que ouve os mortos' e reverenciada por recitar laudos com rapidez e aplauso. A inveja pública cresce até que familiares extremistas, convencidos de que Liz profanava os corpos, a assassinam. A morte vira reviravolta: Liz renasce. Ressurgida, ela pede transferência de cargo. O pedido acende um novo conflito. Maira, antes segura no pedestal, entra em pânico ao perceber que Liz volta à cena com outra presença e determinação silenciosa. A tensão entre reputação, ódio e consequências humanas explode em escolhas que redefinem a posição de ambas.
A principal médica legista Liz Santos vive à margem. Desprezada pela equipe e pela sociedade, ela trabalha sob o brilho de Maira Lumes, conhecida como 'a que ouve os mortos' e reverenciada por recitar laudos com rapidez e aplauso. A inveja pública cresce até que familiares extremistas, convencidos de que Liz profanava os corpos, a assassinam. A morte vira reviravolta: Liz renasce. Ressurgida, ela pede transferência de cargo. O pedido acende um novo conflito. Maira, antes segura no pedestal, entra em pânico ao perceber que Liz volta à cena com outra presença e determinação silenciosa. A tensão entre reputação, ódio e consequências humanas explode em escolhas que redefinem a posição de ambas.