Helena encontra um objeto estranho e pede ao homem ao lado que vá se trocar; à noite, eles combinam dormir cedo, mas ela reclama do travesseiro e ele oferece o braço. Ela percebe algo duro sob a roupa dele e pergunta se é uma adaga. Ele evita o assunto e nega dormir armado. A situação escala para uma confissão: ele diz que a deseja, mas não quer forçar e pode esperar. Ela responde "na verdade... eu posso", decidindo que pode prosseguir, e o episódio termina deixando em aberto se aceitará a aproximação apesar da adaga escondida.