A filha de uma família nobre chega com duas cestas de produtos locais de Argan como presente e para trazer a mãe para Argan. O pai e convidados desdenham, comparando os itens ao jade oferecido pelo príncipe Eduardo e acusando as frutas de estarem regadas com esterco. A jovem defende que escolheu os produtos com seu marido e afirma que cada item vale uma fortuna. A humilhação escala quando o pai ordena que um servo abra as cestas imediatamente. Ao mandar abrir, a casa fica à espera: a riqueza alegada será provada ou a filha será publicamente desacreditada.